O gosto por beleza ou arte atravessa culturas com facilidade. Peruanos adoram gravuras japonesas; museus britânicos, valorizam trabalhos incas. O que falar do “jazz” americano? O belo, portanto, está “nos olhos culturalmente condicionados de quem o enxerga”. Os ângulos corporais, provavelmente, são mais vistosos pela influência do martelo de Michelangelo no mármore. Nesse contexto, o cirurgião plástico pode, na sua devida proporção, inserir-se.

A lipoaspiração ultrassônica (VASER) permite ao médico trabalhar na superfície da camada de gordura. Desenhar ângulos, curvas, encontros musculares, transições, sombras são detalhes técnicos de vanguarda em comparação com técnicas tradicionais. Além disso, por manter um ambiente fisiológico (emulsificação adiposa), o “cross-linking” do colágeno aumenta, ocasionando uma retração do comprimento da pele.

Um novo capítulo científico e/ou artístico abriu-se; a plenitude vai caminhar com a beleza nesse novo paradigma.

Publicado na Revista Nine.  41º Edição. p. 92, São Paulo. 2015
Escrito por Dr. Felipe Massignan.